O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital exige ao governo de Portugal para que atribua ao concelho o estatuto de calamidade na sequência das várias tempestades que afetaram o território.
“O que é que falta acontecer em Oliveira do Hospital, nas freguesias de Oliveira do Hospital, para que o estatuto de calamidade seja atribuído?”, questionou hoje José Francisco Rolo, quando participava na comemoração do Dia da Freguesia de Seixo da Beira.
“Será que é preciso falecer alguém? Será que é preciso algum edifício brutalmente desabar? Será que é preciso perdermos mais duas ou três estradas?”, continuou o autarca.
José Francisco Rolo apontou para um enorme grau de devastação no concelho que “é reconhecido e notório”, com registo de 336 ocorrências no concelho.
Para o autarca, que não quer comparar a devastação do concelho com a que o ocorreu em concelhos como Leiria, Coimbra e os do baixo Mondego, é a hora de o governo se mostrar “solidário” com o concelho de Oliveira do Hospital.
“Queremos à dimensão dos nossos danos que nos ajudem a recuperar. Caso contrário, será com o esforço das freguesias e, principalmente, do Município que o temos que fazer de forma mais lenta e gradual”, concluiu.





























