O Município da Lousã anunciou este domingo (17) através do Facebook que o concelho já não tem frentes ativas, mas alerta que, no terreno, continuam “trabalhos de consolidação e de vigilância de reacendimentos”.
A autarquia apela a toda a população para evitar comportamentos de risco e deslocações às zonas afetadas, permitindo que as equipas de emergência desenvolvam o seu trabalho de forma eficaz e segura. “Está reaberta a circulação na EN342. Mantém-se a interdição na EN236 e a Estrada de Cacilhas / Hortas (acesso às aldeias)”, lê-se ainda na mesma publicação.
Incêndio que começou no Candal lavrou por três dias
O incêndio que afetou o concelho da Lousã deflagrou ao início da tarde de quinta-feira junto à povoação do Candal, no concelho da Lousã.
De acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) mobilizava 508 operacionais, 160 meios terrestres e um meio aéreo às 10h.
Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro, num contexto de temperaturas elevadas que motivou a declaração do estado de alerta, em vigor até domingo, dia 17, às 23h59. Segundo dados oficiais provisórios, até 16 de agosto arderam 139 mil hectares no país, 17 vezes mais do que no mesmo período de 2024. Quase metade desta área foi consumida em apenas dois dias desta semana.
- com Lusa































