A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação da Guarda, deteve na passada sexta-feira (15), com a colaboração do Núcleo de Proteção Ambiental e do Posto Territorial de Pinhel da GNR, uma mulher de 32 anos, pela presumível autoria de um crime de incêndio florestal, na última noite.
A suspeita vive em conflitualidade com os vizinhos e terá ateado o incêndio com recurso a chama direta, utilizando um isqueiro, para os assustar, colocando em risco a própria povoação onde reside, num dia fortemente marcado por incêndios florestais na mesma área geográfica, que causaram inclusive a morte de um cidadão e ferimentos graves noutros.
A detida irá ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
No dia seguinte, sábado (16), um homem de 74 anos, foi também detido em flagrante delito, por fortes suspeitas da prática do crime de incêndio florestal, ocorrido em Mêda, cidade do distrito da Guarda.
A investigação teve início após a comunicação, sob anonimato, de um cidadão afetado.
Foi possível apurar que o suspeito terá ateado o incêndio com recurso a chama direta, num espaço de floresta, nas proximidades de uma exploração agropecuária, sem motivo evidente, pondo em risco bombeiros e populares que a poucos metros de distância combatiam um incêndio preexistente, num dia fortemente marcado por incêndios florestais no mesmo distrito.
O incêndio colocado nas costas daqueles que procediam ao combate da primeira frente do fogo, não assumiu maiores proporções em virtude da pronta intervenção dos bombeiros.
O detido, com antecedentes criminais noutro tipo de crimes, irá ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.































