Portugal continua a ser assolado por vários incêndios. São cerca de 2 mil os operacionais no teatro de operações, assim como oito aviões. Trancoso é fogo mais preocupante neste momento.
Num ponto de situação feito pelas 9h00 de hoje, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) revelou que são três os fogos “mais preocupantes” neste momento.
O ponto mais crítico fica localizado em Trancoso, distrito da Guarda onde, neste momento, estão a combater o fogo 625 bombeiros, auxiliados por 213 veículos terrestres e dois meios aéreos. Neste caso o incêndio tem duas frentes ativas.Este incêndio já provocou, desde sábado, seis feridos ligeiros, segundo a Proteção Civil, que diz que outras 11 pessoas foram assistidas no local, por inalação de fumo. De acordo com fonte do Comando Sub-Regional das Beiras e Serra da Estrela, dos seis feridos ligeiros, três são bombeiros.
Já na Covilhã há uma frente ativa que está a ser combatida por 426 bombeiros, auxiliados por 132 meios terrestres e um meio aéreo ao qual em breve se juntarão mais, segundo a ANEPC.
No Tabuaço os operacionais lidam também com uma frente ativa. No local estão 86 bombeiros, 21 veículos terrestres e cinco meios aéreos.
Fogos mobilizam cerca de 2 mil bombeiros
Além destes incêndios decorrem mais alguns, de menores dimensões, sendo que, ao todo, são cerca de 2 mil os operacionais no teatro das operações.
Um dos incêndios que mais preocupou as autoridades nos últimos dias foi o de Vila Real que está, neste momento em fase de resolução, depois de uma reativação.
Recorde-se que Portugal está em situação de alerta devido ao agravamento das previsões meteorológicas, que apontam para uma subida das temperaturas esta segunda-feira e um risco significativo de incêndio rural. Durante este período é proibido o acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, de acordo com os planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como a realização de queimas e queimadas, ficando igualmente suspensas as autorizações emitidas para esse período. A situação de alerta implica também proibição de realização de trabalhos nos espaços florestais e rurais com o recurso a maquinaria e o uso de fogo-de-artifício e outros artefactos pirotécnicos. Neste caso, também as autorizações já emitidas ficam suspensas.


































