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Projeto “Rostos da Aldeia” conta histórias do interior

É hoje lançado o projeto “Rostos da Aldeia”, uma plataforma onde se publicam “histórias positivas de todos aqueles que contribuem para que o despovoamento não seja uma tendência inexorável, relatando casos inspiradores de pessoas que lutam para o inverter”. O realizador oliveirense Tiago Cerveira é um dos responsáveis pelo projeto.

Segundo comunicado enviado à Rádio Boa Nova, “Rostos da Aldeia” trata-se de uma “plataforma onde se contam histórias positivas de todos aqueles que contribuem para que o despovoamento não seja uma tendência inexorável, relatando casos inspiradores de pessoas que lutam para o inverter”. Com este projeto, os responsáveis pretendem “valorizar os territórios de baixa densidade, promover o turismo em ambiente rural e estimular a fixação de gente nas aldeias portuguesas”. “Em última análise, contribuir para o aumento da coesão territorial nacional”, referem.

“Com o objetivo de valorizar os chamados territórios de baixa densidade, as aldeias portuguesas serão, pois, o ponto de partida para promover exemplos distintivos ligados à boa hospitalidade, à gastronomia de qualidade, às artes e ofícios, às tradições e à cultura popular”.

A equipa é formada por Luísa Pinto, jornalista do Público, por Tiago Cerveira, videógrafo de Oliveira do Hospital, e por Filipe Gomes, autor do blog Alma de Viajante.

Na plataforma, acessível em www.rostosdaaldeia.pt, serão publicados filmes documentais sobre as aldeias e suas gentes, da autoria do multipremiado videógrafo Tiago Cerveira – ele próprio natural de uma aldeia no centro do país -, que terão bandas sonoras originais criadas pelo compositor Luís Pedro Madeira com base em sonoridades e instrumentos regionais; relatos na primeira pessoa e entrevistas aos protagonistas, pela mão da jornalista Luísa Pinto; e ainda guias práticos da autoria de Filipe Morato Gomes – o rosto por detrás do conceituado blogue de viagens Alma de Viajante -, que possam servir de roteiros e de inspiração para motivar mais pessoas a visitarem as aldeias de Portugal e a aumentarem a duração média das estadas.

A plataforma dispõe também de uma loja online, a partir da qual se direcionam os visitantes, de forma gratuita e sem comissões, para produtos regionais ou serviços organizados localmente – como passeios guiados ou workshops de pão em forno a lenha. Com tudo isto espera-se, de alguma forma, contribuir para a vitalidade dos agentes económicos locais.

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