O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital anunciou, na reunião da Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital realizada no passado dia 27 de fevereiro, o avanço imediato de um plano de intervenção para tapar buracos nas principais vias do concelho, com o objetivo de garantir a segurança rodoviária e evitar danos maiores nas infraestruturas.
Segundo o autarca, “o próximo passo, em termos de emergência é avançar rapidamente com um plano de tapagem de todos os buracos que estão nas principais vias”. Na ocasião, contou já ter promovido uma reunião sobre o tema, tendo já sido dadas orientações internas para operacionalizar a intervenção.
“Foram dadas indicações à Divisão de Infraestruturas e Obras Municipais, nomeadamente ao Engº.Fernando Vicente, para avançar com um plano de tapagem de todos os buracos que estão nas principais vias”, afirmou, reiterando que a prioridade é “garantir a circulação em segurança”.
De acordo com o responsável municipal, trata-se de uma primeira ação de caráter preventivo. “É a primeira intervenção para evitar que daqui a um mês, em vez de termos um buraco, tenhamos grandes crateras e termos de fazer cortes de pedaços de plataforma, ainda com o custo a ser maior”, alertou.
A autarquia pretende assim responder de forma célere às situações mais críticas, procurando minimizar riscos para automobilistas e peões.
Na reunião, o autarca deu ainda conta das intrevenções que vão ocorrer em vias onde ocorreram desabamentos. No caso concreto da EM 514, no troço onde ocorreu uma derrocada de grandes dimensões, José Francisco Rolo sublinhou o elevado custo da reabilitação estrutural da via. “A reparação daquela estrada não custa menos de meio milhão de euros”, afirmou.
Na reunião da Assembleia Municipal, o deputado municipal do PSD, Mário Alves, alertou o executivo para o mau estado das estradas na sequência das tempestades. Destacou, entre outros casos, a estrada do Moinho do Buraco, que “está toda esventrada”. “Tão importante como fazer de novo é a recuperação daquilo que existe. Não percebo porque é que ainda não há máquinas a trabalhar no terreno”, afirmou.


































