O Sampaense Basket assegurou a permanência na Proliga, o segundo escalão do basquetebol masculino nacional, ainda com três jornadas por disputar, cumprindo o principal objetivo da temporada.
Em declarações à Rádio Boa Nova, o treinador Cláudio Figueiredo destacou o sentimento de “missão cumprida”. “O principal objetivo da época foi alcançado”, afirmou, sublinhando ainda que o feito foi alcançado “com um bocadinho menos de sofrimento” do que em épocas anteriores.
A equipa de São Paio de Gramaços carimbou a manutenção depois da vitória sobre o Sangalhos, no passado sábado (4) por 72-77. A equipa conseguiu reagir no momento decisivo. “Em algumas fases da época fomos mais regulares e agora neste último momento estávamos a ter uma fase menos positiva”, disse.
Apesar das últimas derrotas consecutivas, o Sampaense beneficiou de uma boa primeira metade da segunda fase, que permitiu criar uma margem importante na tabela classificativa. Ainda assim, problemas físicos e ajustes no plantel condicionaram o rendimento. “Tivemos aqui alguns contratempos que originaram estas derrotas seguidas e isso prejudicou-nos nestas últimas semanas em termos de trabalho”, explicou.
A recuperação de alguns atletas foi determinante para o regresso às vitórias e para confirmar matematicamente a manutenção. “Conseguimos recuperar alguns jogadores de lesões e isso conseguiu transportar-se para este jogo onde fizemos 30 minutos de grande nível”, destacou.
Com o objetivo principal já garantido a três jornadas do fim, Cláudio Figueiredo assegura que a equipa manterá a seriedade competitiva, com ambição de terminar a época de forma digna. “Queremos manter o profissionalismo e a verdade desportiva até ao fim. Vamos continuar a trabalhar para vencer os três jogos”, garantiu à Rádio Boa Nova, destacando o grande nível de competitividade da Proliga.
O treinador deixou ainda elogios e agradecimentos “a toda a estrutura do clube, equipas técnicas, a direção que faz um trabalho incrível, aos atletas e às pessoas que apoiam e todos os parceiros e particionadores”. “Sem eles era completamente impossível o Sampaense estar na Proliga”, rematou.

































