O incêndio em Arganil, que deflagrou ao início da tarde de domingo (19), entrou em resolução já de madrugada, pelas 00h45.
No combate às chamas chegaram a estar mais 800 operacionais. A esta altura (9h45), no rescaldo, estão ainda 530 bombeiros, apoiados por 164 viaturas e sete meios aéreos.
As povoações de Chapinheira e Vila Nova de Ceira, do concelho de Góis, estiveram em risco e na linha de fogo. Contactado pela Lusa, o vice-presidente da Câmara de Góis, Nuno Bandeira, explicou que chegaram a ser retiradas seis pessoas de três localidades, por precaução, mas já retornaram a casa.
O autarca também indicou que a situação estava mais calma, depois de o incêndio ter sido dado como “muito violento” e a “progredir livremente”, ao final da tarde, como descreveu o comandante do Comando Sub-regional da Região de Coimbra da Proteção Civil, Carlos Tavares.
O incêndio resultou da junção de três que deflagraram em concelhos diferentes, dois deles muito próximos no lugar de Sabouga, freguesia de Lavegadas, em Vila Nova de Poiares, que tiveram alerta pelas 13h40 de sábado. O outro foi registado às 13h35 em Murganheira, na freguesia de Pombeiro da Beira, concelho de Arganil.































