A greve da Função Pública convocada para esta sexta-feira (2) obrigou ao fecho de escolas no concelho de Oliveira do Hospital.
Devido à elevada adesão à greve, a Escola de Lagares da Beira e a escola sede do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital (AEOH), que acolhe o 2º e 3º ciclo e o ensino secundário, fecharam as suas portas e os alunos foram encaminhados para casa. Para o efeito, foram acionados os autocarros escolares.
Mesmo ao lado, também o Campus Educativo, que acolhe alunos do pré-escolar e do 1º ciclo, está a funcionar “a meio gás”, com apenas uma turma do pré-escolar em funcionamento. As turmas do 1º Ciclo também estão em atividade.
De acordo com Carlos Carvalheira, diretor do AEOH, as Escolas da Cordinha e Ponte das Três Entradas vão “fechar ao meio dia e meio”. Relativamente ao Centro Escolar de Nogueira do Cravo, adiatou que “está a funcionar em pleno”.
A paralisação foi marcada em conjunto pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) e pelo Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML).
A greve, com início às 00h00 de hoje e com duração de 24 horas, abrange os cerca de 350 mil trabalhadores das carreiras gerais da Administração Pública central, direta e indireta, local e regional, nomeadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos superiores.
Os sindicatos reivindicam uma valorização imediata das carreiras destes profissionais, que segundo afirmam serão “os mais mal pagos da administração pública”, o reconhecimento das especificidades das profissões e o início imediato das negociações salariais sem esperar pelo próximo ano.






























