O funeral do bebé de 10 dias, que morreu no passado dia 2 de março em Vila Nova de Oliveirinha (Tábua), realizou-se nesta segunda-feira (9).
Segundo apurou a Rádio Boa Nova, apesar de já terem decorrido as cerimónias fúnebres do recém-nascido, ainda não é conhecido o resultado da autópsia. Fonte da Diretoria do Centro da Polícia Judiciária (PJ) adiantou que “continuam as diligências” para apurar a causa da morte do bebé que, segundo a mãe, “deixou de respirar” enquanto esta o amamentava.
De acordo a PJ, volvida uma semana após o trágico acontecimento, que gerou e continua a ser motivo de grande consternação, “todas as possibilidades estão em cima da mesa”.
As autoridades remetem para mais tarde informações conclusivas sobre este caso que está a provocar alarme social entre a comunidade.
Recorde-se que o caso ocorreu numa quinta situada entre Covas e Vila Nova de Oliveirinha. Os pais transportaram, ao início da tarde, a criança para o quartel dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Oliveirinha, onde pediram ajuda. Segundo o comandante da corporação, Nuno Santos, “foram iniciadas de imediato manobras de reanimação e foi acionado o 112”. Não foi possível reverter a situação e o óbito foi declarado ao “fim de uma hora”.
Ainda nas instalações dos bombeiros, a família de nacionalidade luso-inglesa e com outros dois filhos, de 9 e 2 anos, recebeu apoio psicológico por parte de uma equipa do INEM.
A Guarda Nacional Republicana foi chamada ao local e iniciou diligências, tendo posteriormente comunicado o caso à Polícia Judiciária, que assumiu a investigação para apurar as circunstâncias da morte. Elementos da PJ visitaram a casa da família durante a tarde daquele dia.
A família já tinha sido sinalizada à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) pela maternidade de Viseu logo após o nascimento da criança. Estava agendada para o dia seguinte à morte do bebé uma visita à habitação, que acabou por ser antecipada para a tarde do dia do trágico acontecimento.


































