Aos 18 anos, António Andrade atravessou o país para iniciar uma nova etapa académica em Oliveira do Hospital. Natural da Madeira, o jovem foi colocado na licenciatura em Engenharia Informática da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH) e não esconde a satisfação pela escolha.
“Fiquei bastante satisfeito”, afirma, momentos após ter concretizado a matrícula na instituição. Embora a ESTGOH tenha sido a sua segunda opção de candidatura, António acredita que encontrou o local certo para prosseguir os estudos superiores.
A decisão foi influenciada pelas recomendações de antigos alunos. “Um colega meu fez aqui os três anos e depois acabou por terminar em Lisboa. Tinha-me recomendado aqui porque era um bom sítio para fazer o curso”, conta.
Mais do que o curso, foi o ambiente da escola que acabou por conquistar o estudante madeirense. António valoriza o facto de a ESTGOH ser uma instituição de menor dimensão, onde o acompanhamento aos alunos pode ser mais próximo.
“Como é uma escola mais pequena, vou ter pessoas mais perto de mim e que podem ajudar-me. Sendo uma escola maior já não poderia ter esse tipo de ajuda”, explica.
A poucos dias do início das aulas, o novo aluno garante que já está preparado para começar esta nova fase da sua vida. Além da matrícula, aproveitou a deslocação a Oliveira do Hospital para tratar do alojamento, uma questão que já ficou resolvida. “Já consegui encontrar”, diz, referindo-se ao quarto onde ficará instalado durante o ano letivo.
“Uma surpresa bastante boa”
A colocação em Oliveira do Hospital também surpreendeu a família. Carla Freitas, mãe de António, admite que esperava que o filho viesse a estudar em Coimbra, onde já se encontra a estudar a irmã do jovem.
Depois de conhecer melhor a escola e a cidade, Carla Freitas mostra-se convencida de que a escolha poderá ser vantajosa para muitos estudantes, considerando que a escola se está a revelar “uma surpresa bastante boa”.
“Para quem procura uma vida mais calma e não procura tanta agitação académica, tenho tido excelentes experiências cá. As pessoas são muito afáveis, ajudam em tudo aquilo que é necessário”, sublinha.
A encarregada de educação considera que instituições como a ESTGOH oferecem um ambiente mais familiar e adequado a muitos jovens. “Às vezes procuramos as faculdades dos centros porque achamos que são as melhores e, às vezes, é preciso olhar para os filhos e ver que tipo de faculdade e que tipo de ambiente é que melhor se adequam a eles”, defende.
Chegados da Madeira na véspera da matrícula, mãe e filho conseguiram tratar rapidamente de todos os procedimentos necessários. “A própria faculdade dá aqui uma lista, já tem tudo muito organizado”, destaca Carla Freitas, referindo-se ao apoio prestado na procura de alojamento.
Com tudo resolvido, regressam agora à Madeira, deixando António preparado para regressar em setembro e iniciar o percurso académico na ESTGOH.

































